Para as férias!!! Yupiiiiiiiii........
É isso mesmo queridos amigos. Trabalho até 4ª feira e na 5ª lá vamos nós rumo à "metrópole" por 3 semaninhas!
Beijinhos
Ália
segunda-feira, 15 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Ela, a Sofia...
* Não tem a linguagem muito desenvolvida porque é trapalhona e quer falar com a chupeta na boca. Digo isso porque quando é do seu interesse, comunica-se;
* No entanto, surpreendeu-nos no Domingo com uma "frase". Estavamos a chegar a casa e batemos à porta e ela disse:"Qué tá íííí?" = "Quem está aí?".
* Continua a entender de tudo, das coisas mais simples às mais complexas;
* Agora, quando nos rimos de alguma coisa, ela também dá uma gargalhada. Aliás, tem que estar sempre integrada nas nossas conversas. Sendo que quando não o fazemos, ela tudo faz para nos chamar a atenção;
* Está numa fase de mãezite aguda, sendo muito difícil deixar-me sair de casa. Eu fico com o coração despedaçado mas tem que ser;
* A "nossa hora depois do almoço" é sagrada. Mal me deixa acabar de comer e já me puxa pela mão para irmos para cama. O pai "não serve". Tem que ser a mãe (e eu fico NADA babada);
* Continua fascinada pelo meu cabelo. Ao ponto de dar gargalhadas quando me vê a soltá-lo. Esfrega-o a cara, puxa, faz trinta por uma linha;
* Faz poucas birras mas quando faz é a sério e sempre quando é contrariada. Tem lágrima fácil;
* Continua com a mania da arrumação. Quando chega a casa, tem que pendurar logo o casaco e pôr a mochila no lugar, arruma os seus brinquedos, põe as fraldas no lixo, põe a sua roupa suja no cesto certo, e "manda vir" connosco quando não fazemos o mesmo. Deus a mantenha assim; ;-)
* Ainda da mania de arrumação, ontem vi-a a abrir a gaveta onde ficam as bases dos copos para tirar duas para pôr os seus biberons encima. Vê-me sempre a reclamar das marcas que ficam nos móveis e quer ajudar-me esta minha linda;
* Agora, além dos lápis e dos puzzles de madeira que sempre gostou, está na fase das bonecas. Dá-lhes de comer, consola-as e dá raspanetes. É do melhor vê-la com o dedo em riste a chamar a atenção das "suas filhotas" e a ordenar que fiquem quietas, como se elas pudessem se mexer;
* É teimosa e tem personalidade forte. Muito forte. Uma autêntica Escorpião. No entanto, tudo compensa que os beijos e abraços hiper carinhosos que dá (tenho é que ter cuidado com esta menina porque cheira-me que vai conseguir de mim o que quer);
Estou cada dia mais apaixonada por ela. Amo-a inteiramente.
E se acordo toda moída por causa dos pontapés que me dá durante a noite, os seus primeiros beijos e abraços pela manhã, normalmente são meus, e é isso que dá alento aos meus dias, que faz o sol ter um brilho especial.
Sei que ela a RAZÃO para que tudo exista.
Beijinhos para todas que nos lêem.
Ália
* No entanto, surpreendeu-nos no Domingo com uma "frase". Estavamos a chegar a casa e batemos à porta e ela disse:"Qué tá íííí?" = "Quem está aí?".
* Continua a entender de tudo, das coisas mais simples às mais complexas;
* Agora, quando nos rimos de alguma coisa, ela também dá uma gargalhada. Aliás, tem que estar sempre integrada nas nossas conversas. Sendo que quando não o fazemos, ela tudo faz para nos chamar a atenção;
* Está numa fase de mãezite aguda, sendo muito difícil deixar-me sair de casa. Eu fico com o coração despedaçado mas tem que ser;
* A "nossa hora depois do almoço" é sagrada. Mal me deixa acabar de comer e já me puxa pela mão para irmos para cama. O pai "não serve". Tem que ser a mãe (e eu fico NADA babada);
* Continua fascinada pelo meu cabelo. Ao ponto de dar gargalhadas quando me vê a soltá-lo. Esfrega-o a cara, puxa, faz trinta por uma linha;
* Faz poucas birras mas quando faz é a sério e sempre quando é contrariada. Tem lágrima fácil;
* Continua com a mania da arrumação. Quando chega a casa, tem que pendurar logo o casaco e pôr a mochila no lugar, arruma os seus brinquedos, põe as fraldas no lixo, põe a sua roupa suja no cesto certo, e "manda vir" connosco quando não fazemos o mesmo. Deus a mantenha assim; ;-)
* Ainda da mania de arrumação, ontem vi-a a abrir a gaveta onde ficam as bases dos copos para tirar duas para pôr os seus biberons encima. Vê-me sempre a reclamar das marcas que ficam nos móveis e quer ajudar-me esta minha linda;
* Agora, além dos lápis e dos puzzles de madeira que sempre gostou, está na fase das bonecas. Dá-lhes de comer, consola-as e dá raspanetes. É do melhor vê-la com o dedo em riste a chamar a atenção das "suas filhotas" e a ordenar que fiquem quietas, como se elas pudessem se mexer;
* É teimosa e tem personalidade forte. Muito forte. Uma autêntica Escorpião. No entanto, tudo compensa que os beijos e abraços hiper carinhosos que dá (tenho é que ter cuidado com esta menina porque cheira-me que vai conseguir de mim o que quer);
Estou cada dia mais apaixonada por ela. Amo-a inteiramente.
E se acordo toda moída por causa dos pontapés que me dá durante a noite, os seus primeiros beijos e abraços pela manhã, normalmente são meus, e é isso que dá alento aos meus dias, que faz o sol ter um brilho especial.
Sei que ela a RAZÃO para que tudo exista.
Beijinhos para todas que nos lêem.
Ália
terça-feira, 9 de junho de 2009
Parvoíces minhas...
Conversa minha com uma funcionária de uma repartição pública, onde eu fui tratar de uma documentação:
Ela: D. Ália, qual a sua idade?
Eu: ... (com cara de parva, a pensar)
Ela: D. Ália, quantos anos tem?! (a funcionária já com ar de quem me vai bater)
Eu: Bem, deixe-me fazer as contas...
Ela: Como???!!!
Eu: É que, bem... Eu não tenho 21, mas como digo sempre que tenho, já nem sei que idade tenho (isso com toda a repartição a olhar para mim e a pensar, esta gaja é parva)........... Mas, se nasci em '81, tenho 27 a caminho dos 28...
Ela: ahhhhhhhhh
Nem vos preciso dizer que só pensava porque é que não se abria um buraco no chão para eu me enterrar!!!!!!!!!! LOL
Beijinhos
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Bom Fim-de-Semana
É o que desejo a todos os que nos lêm. Que seja repleto de coisas boas. Aqui por casa há aniversário do papá da Sofia que amanhã faz 41 anitos.
Beijinhos para todos
Ália
Beijinhos para todos
Ália
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Os ciúmes...
A Sofia é bastante ciumenta! Muito!
Nenhuma criança pode se aproximar de quem ela gosta (o pai, a avó e eu). É que nem sequer podemos olhar para uma criança que ela faz logo alguma coisa para nos chamar a atenção.
Eu fui uma criança e adolescente demasiado ciumenta. Dos meus amigos, dos meus pais, de tudo. Hoje sei que tanto ciúme se devia a muita insegurança minha. Hoje, continuo ciumenta mas a maturidade fez-me tornar mais equilibrada.
O que me preocupa na Sofia é pensar que talvez esteja a falhar em alguma coisa, a falhar na segurança que lhe deveria transmitir, no tempo que lhe deveria dar...
Mas, o que mais me irrita é a minha mãe que parece que gosta de fomentar tal ciúme. Quando está com uma criança no colo, tudo faz para a Sofia ver e até diz "Olha Sofia, olha o bebé da avó". Tal atitude irrita-me pois pergunto-me se lhe falta sensibilidade, se não se apercebe que com estas atitudes aumenta o ciúme da neta. Será que lhe dá prazer ver a Sofia triste? Será que porque depois pega na Sofia e dá-lhe mimos acha que tudo se apagou na sua cabecinha?
Com isto não quer dizer que não olho e não pego em nenhuma criança ou bebé. Muito pelo contrário, faço-o. Só que faço-o com a Sofia também no meu colo e incentivo-a a brincar com a criança, a interagir. Mas não forço, se sinto que ela não quer, não insisto.
Talvez esteja a fazer um pé de vento com coisas sem importância mas é que não gostaria mesmo que a minha bebé se sentisse como muitas vezes me senti, sem que deixasse que ninguém percebe-se pois tinha que deixar intacta a imagem de forte e segura que tanto trabalho tinha tido para construir.
Nenhuma criança pode se aproximar de quem ela gosta (o pai, a avó e eu). É que nem sequer podemos olhar para uma criança que ela faz logo alguma coisa para nos chamar a atenção.
Eu fui uma criança e adolescente demasiado ciumenta. Dos meus amigos, dos meus pais, de tudo. Hoje sei que tanto ciúme se devia a muita insegurança minha. Hoje, continuo ciumenta mas a maturidade fez-me tornar mais equilibrada.
O que me preocupa na Sofia é pensar que talvez esteja a falhar em alguma coisa, a falhar na segurança que lhe deveria transmitir, no tempo que lhe deveria dar...
Mas, o que mais me irrita é a minha mãe que parece que gosta de fomentar tal ciúme. Quando está com uma criança no colo, tudo faz para a Sofia ver e até diz "Olha Sofia, olha o bebé da avó". Tal atitude irrita-me pois pergunto-me se lhe falta sensibilidade, se não se apercebe que com estas atitudes aumenta o ciúme da neta. Será que lhe dá prazer ver a Sofia triste? Será que porque depois pega na Sofia e dá-lhe mimos acha que tudo se apagou na sua cabecinha?
Com isto não quer dizer que não olho e não pego em nenhuma criança ou bebé. Muito pelo contrário, faço-o. Só que faço-o com a Sofia também no meu colo e incentivo-a a brincar com a criança, a interagir. Mas não forço, se sinto que ela não quer, não insisto.
Talvez esteja a fazer um pé de vento com coisas sem importância mas é que não gostaria mesmo que a minha bebé se sentisse como muitas vezes me senti, sem que deixasse que ninguém percebe-se pois tinha que deixar intacta a imagem de forte e segura que tanto trabalho tinha tido para construir.
terça-feira, 2 de junho de 2009
...
Ontem à noite acabei de ler o livro "Bons Sonhos, Meu Amor" de Dorothy Koomson (não vou contar aqui o enredo) e no final a personagem principal perde o seu filho de 7 anos, vítima de um aneurisma cerebral.
Aquele final levou-me ao dia 2 de Junho de 1993, há precisamente 16 anos, dia em que assisti ao funeral da minha irmã, que morreu de uma queda fatal de cavalo.
E as atitudes daquela mãe, que a autora tão bem descreve, levaram-me ao meu Pai. Ao seu comportamento no período que sucedeu à morte da Susana, às suas acções e omissões, às suas palavras e aos seus silêncios... Eu era uma criança de 11 anos, não entendia a dimensão daquela dor, daquele vazio.
Hoje, sou mãe e só de me passar, por uma fracção de segundos, tal cenário pela cabeça, choro, fico com um nó na garganta, sofro. É contra a natureza um pai enterrar o seu filho, é como morrer aos poucos.
Hoje, tenho a capacidade de perdoar o meu Pai e dizer que entendo os porquês, as razões...
Por isso, hoje deixo um beijo especial no coração àqueles Pais que perderam os seus filhos e que conseguiram sobreviver.
Ália
Aquele final levou-me ao dia 2 de Junho de 1993, há precisamente 16 anos, dia em que assisti ao funeral da minha irmã, que morreu de uma queda fatal de cavalo.
E as atitudes daquela mãe, que a autora tão bem descreve, levaram-me ao meu Pai. Ao seu comportamento no período que sucedeu à morte da Susana, às suas acções e omissões, às suas palavras e aos seus silêncios... Eu era uma criança de 11 anos, não entendia a dimensão daquela dor, daquele vazio.
Hoje, sou mãe e só de me passar, por uma fracção de segundos, tal cenário pela cabeça, choro, fico com um nó na garganta, sofro. É contra a natureza um pai enterrar o seu filho, é como morrer aos poucos.
Hoje, tenho a capacidade de perdoar o meu Pai e dizer que entendo os porquês, as razões...
Por isso, hoje deixo um beijo especial no coração àqueles Pais que perderam os seus filhos e que conseguiram sobreviver.
Ália
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Que neste dia e sempre, todas as crianças...
... sejam respeitadas;
... sejam amadas;
... tenham direito a uma educação;
... não sejam obrigadas a trabalhos forçados;
... tenham direito a um prato quente de comida;
... sejam amadas;
... tenham direito a uma educação;
... não sejam obrigadas a trabalhos forçados;
... tenham direito a um prato quente de comida;
UM FELIZ DIA MUNDIAL DA CRIANÇA
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