... é procurar o telemóvel na carteira enquanto se está no meio de uma chamada telefónica (ao telemóvel)!
Será que só vim de férias a 3 semanas? Não foi há 3 anos?
Dá para notar que a minha noção de tempo, hoje, não está muito famosa, pois não?
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
...
Ontem à noite acabei de ler o livro "Bons Sonhos, Meu Amor" de Dorothy Koomson (não vou contar aqui o enredo) e no final a personagem principal perde o seu filho de 7 anos, vítima de um aneurisma cerebral.
Aquele final levou-me ao dia 2 de Junho de 1993, há precisamente 16 anos, dia em que assisti ao funeral da minha irmã, que morreu de uma queda fatal de cavalo.
E as atitudes daquela mãe, que a autora tão bem descreve, levaram-me ao meu Pai. Ao seu comportamento no período que sucedeu à morte da Susana, às suas acções e omissões, às suas palavras e aos seus silêncios... Eu era uma criança de 11 anos, não entendia a dimensão daquela dor, daquele vazio.
Hoje, sou mãe e só de me passar, por uma fracção de segundos, tal cenário pela cabeça, choro, fico com um nó na garganta, sofro. É contra a natureza um pai enterrar o seu filho, é como morrer aos poucos.
Hoje, tenho a capacidade de perdoar o meu Pai e dizer que entendo os porquês, as razões...
Por isso, hoje deixo um beijo especial no coração àqueles Pais que perderam os seus filhos e que conseguiram sobreviver.
Ália
Aquele final levou-me ao dia 2 de Junho de 1993, há precisamente 16 anos, dia em que assisti ao funeral da minha irmã, que morreu de uma queda fatal de cavalo.
E as atitudes daquela mãe, que a autora tão bem descreve, levaram-me ao meu Pai. Ao seu comportamento no período que sucedeu à morte da Susana, às suas acções e omissões, às suas palavras e aos seus silêncios... Eu era uma criança de 11 anos, não entendia a dimensão daquela dor, daquele vazio.
Hoje, sou mãe e só de me passar, por uma fracção de segundos, tal cenário pela cabeça, choro, fico com um nó na garganta, sofro. É contra a natureza um pai enterrar o seu filho, é como morrer aos poucos.
Hoje, tenho a capacidade de perdoar o meu Pai e dizer que entendo os porquês, as razões...
Por isso, hoje deixo um beijo especial no coração àqueles Pais que perderam os seus filhos e que conseguiram sobreviver.
Ália
terça-feira, 12 de maio de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Sobre o post anterior...
Agradeço os comentários feitos ao mesmo post anterior, sendo que passo a responder aos dois primeiros...
Ao 1.º comentário, tenho a dizer que a minha mente realista, pois considero-me uma pessoa com os pés muito bem assentes na terra, impede-me de não pensar em todos os custos financeiros inerentes a esta tragédia! É mais do que evidente que a primeira preocupação é o bem-estar físico, emocional e psicológico das vítimas. É mais do que evidente que dinheiro nenhum irá substituir a vida da menina que morreu, nem do motorista e seu ajudante. São, pelo menos, três famílias completamente destruturadas e com uma dor insuportável...
MAS, claro que é FUNDAMENTAL apurar-se a responsabilidade civil pois, infelizmente, a grande maioria das pessoas não está financeiramente preparada para fazer face a custos inesperados como a morte e a doença trazem.
Por favor, entenda a minha posição e obrigada pela visita! Volte sempre e, se possível identifique-se.
Relativamente ao 2.º comentário, tenho a agradecer ao Jorge pela sua visita e pelo seu comentário pertinente. Sei que a responsabilidade civil "directa" é da empresa transportadora, transmitindo-se tal responsabilidade para a companhia seguradora, pois acredito que haja seguro válido.
O que quis dizer com o meu comentário, é que devemos olhar para esta situação de forma profunda. Por exemplo, alguém sabe informar-me de que forma os encarregados de educação chegam à transportadora, no caso concreto, à Alug Auto? À luz da legislação portuguesa, até onde vai a abrangência do seguro escolar?
É que até há poucos anos atrás, o seguro escolar em Portugal abrangia o caminho efectuado pelos alunos de/para escola (à semelhança do seguro de trabalho) e numa reunião de pais este assunto foi suscitado e a resposta obtida (ainda no tempo da Dra. Albina) foi que a responsabilidade do seguro cessava no portão da EPM!!!
Penso que devemos olhar para todos os cenários existentes pois situações como esta não podem ser analisadas levianamente!
No entanto, não gostaria de alongar este assunto pois como bem me referi tratou-se de um desabafo apenas. Este é um babyblog e não um fórum de discussões.
Obrigada
Ália
Ao 1.º comentário, tenho a dizer que a minha mente realista, pois considero-me uma pessoa com os pés muito bem assentes na terra, impede-me de não pensar em todos os custos financeiros inerentes a esta tragédia! É mais do que evidente que a primeira preocupação é o bem-estar físico, emocional e psicológico das vítimas. É mais do que evidente que dinheiro nenhum irá substituir a vida da menina que morreu, nem do motorista e seu ajudante. São, pelo menos, três famílias completamente destruturadas e com uma dor insuportável...
MAS, claro que é FUNDAMENTAL apurar-se a responsabilidade civil pois, infelizmente, a grande maioria das pessoas não está financeiramente preparada para fazer face a custos inesperados como a morte e a doença trazem.
Por favor, entenda a minha posição e obrigada pela visita! Volte sempre e, se possível identifique-se.
Relativamente ao 2.º comentário, tenho a agradecer ao Jorge pela sua visita e pelo seu comentário pertinente. Sei que a responsabilidade civil "directa" é da empresa transportadora, transmitindo-se tal responsabilidade para a companhia seguradora, pois acredito que haja seguro válido.
O que quis dizer com o meu comentário, é que devemos olhar para esta situação de forma profunda. Por exemplo, alguém sabe informar-me de que forma os encarregados de educação chegam à transportadora, no caso concreto, à Alug Auto? À luz da legislação portuguesa, até onde vai a abrangência do seguro escolar?
É que até há poucos anos atrás, o seguro escolar em Portugal abrangia o caminho efectuado pelos alunos de/para escola (à semelhança do seguro de trabalho) e numa reunião de pais este assunto foi suscitado e a resposta obtida (ainda no tempo da Dra. Albina) foi que a responsabilidade do seguro cessava no portão da EPM!!!
Penso que devemos olhar para todos os cenários existentes pois situações como esta não podem ser analisadas levianamente!
No entanto, não gostaria de alongar este assunto pois como bem me referi tratou-se de um desabafo apenas. Este é um babyblog e não um fórum de discussões.
Obrigada
Ália
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